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18 de Novembro de 2018

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Empresária acusada de envolvimento na morte de engenheiro tem prisão revogada

16/08/2018 09:48

A empresária Vera Lúcia da Luz acusada de ter envolvimento com a morte do engenheiro Sérgio Renato Silva, de 64 anos, que era diretor do Departamento de Análises e Projetos, órgão ligado à Secretaria de Planejamento Urbano em Balneário Camboriú, no Litoral Norte, teve a prisão revogada. Com tornozeleira eletrônica, ela deixou o Presídio Feminino de Itajaí, no Vale, na terça-feira (14).

Segundo a decisão da Justiça, a empresária não poderá sair de Balneário Camboriú durante 90 dias. Além disso, neste período ela deve estar em casa todos os dias a antes das 22h. Após o prazo, o caso irá novamente ser julgado.

A reportagem não localizou a defesa da empresária. Vera, que atendia a diversas construtoras no Vale do Itajaí, foi presa em maio durante a Operação 121, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

A vítima foi assassinada na porta de casa, em 22 de fevereiro de 2017, a Praia Brava, em Itajaí. Silva foi morto com tiros disparados por duas armas diferentes, sendo uma .36 e uma 9 mm.  Engenheiro Sérgio Renato Silva, de 64 anos, morreu em Itajaí (Foto: Reprodução/ NSC TV)

Morte encomendada

Sérgio Renato Silva trabalhou durante 16 anos na prefeitura. Segundo a apuração da Polícia Civil, a empresária seria a responsável por mandar matar o engenheiro depois que o engenheiro teria descoberto possíveis fraudes que teriam o envolvimento dela para conseguir aprovar projetos de interesse particular. Outras três pessoas envolvidas também já foram detidas.

As investigações da polícia também apontam que a morte teria sido premeditada e estaria ligada a uma quadrilha cujos interesses estariam sendo contrariados pelas atividades inerentes à função pública exercida pelo engenheiro assassinado. O grupo estaria conseguindo vantagens por meio de crimes ligados a documentos expedidos pela Secretaria de Planejamento Urbano.  

Câmeras de segurança próximos a residência da vítima mostram suspeitos (Foto: Polícia Civil/Divulgação)

Fonte: G1 Santa Catarina
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