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Equipamento de paraquedista que morreu durante salto será periciado

20/12/2018 08:55

O equipamento usado pelo paraquedista Diogo Tavares, de 35 anos, que morreu durante um salto em Boituva (SP), nesta terça-feira (18), será periciado pela Polícia Civil e pelo Comitê de Segurança da Confederação Brasileira de Atletismo.

Segundo a polícia, a perícia vai indicar se houve falha no paraquedas ou falha humana durante o salto.

Um vídeo enviado para a reportagem da TV TEM mostra o momento da queda de Diogo Tavares. De acordo com a Guarda Civil Municipal, ele chegou a ser socorrido, mas morreu no hospital.

Nas imagens é possível ver Diogo no céu, quando começa a cair rodando com o paraquedas principal enroscado no reserva. A queda dura cerca de 10 segundos. 

De acordo com Roberto Yasmin, responsável técnico da Confederação Brasileira de Atletismo, há duas possíveis causas do acidente, o que será apurado através dos laudos periciais.

“Inicialmente temos duas hipóteses. Ou houve um erro no manuseio ou falha no equipamento. Essa apuração vai ser feita pelo Comitê de Segurança da Confederação através da perícia para sabermos o que realmente houve”.

Acidente

De acordo com o presidente da Associação de Paraquedismo Nilson Leitão, o paraquedista era atleta em instrução, morava em Santa Cataria, e fazia uma aula com um instrutor, quando apresentou problema ao acionar o paraquedas principal. A vítima caiu em uma rua no bairro Cidade Jardim.

"Ele estava com um instrutor, quando deu problema no paraquedas principal. Quando há problema, é necessário desativar o principal, ficar em queda livre e ativar o reserva. Porém, ele ativou o reserva sem desativar o principal, o que fez com que os dois se enroscassem.”

De acordo com a Guarda Civil Municipal, Diogo sofreu uma parada cardiorrespiratória e foi levado para o hospital da cidade. Porém, não resistiu aos ferimentos e morreu na unidade. Ainda segundo o presidente da associação, Diogo tinha histórico de 39 saltos.

Segunda morte

Esta foi a segunda morte seguida registrada no centro de paraquedismo. Um dia antes o paraquedista Eudismar Almeida Araújo, de 56 anos, morreu após cair às margens de um acesso da Rodovia Castello Branco, em Boituva (SP).

Ele perdeu a consciência após colidir contra o colega no ar e não abriu o paraquedas reserva, segundo informou o presidente da Associação de Paraquedismo Nilson Leitão.

"Infelizmente foi em uma pane. Um corpo batendo no outro naquela velocidade lá em cima é uma cassetada. Ele perdeu os sentidos. Um deles conseguiu abrir o reserva e ele [Eudismar] não. E ele veio com aquela pane no chão e na colisão contra o solo, porque é forte. O impacto com solo é forte", afirma.

O acidente aconteceu por volta das 11h de segunda-feira. A polícia informou que Eudismar e Rodrigo Bon Costa sofreram uma colisão. O Corpo de Bombeiros disse que Rodrigo caiu na área do Centro de Paraquedismo e o outro em uma estrada que liga Boituva a Iperó.

Eudismar foi levado ao Hospital São Luis em estado gravíssimo, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O funcionário público era casado, morava em Salvador (BA) e passava férias em Boituva.

Rodrigo Bon Costa foi socorrido com ferimentos graves, levado para o hospital de Boituva e, durante a tarde, transferido para o Hospital Regional de Sorocaba onde seguia internado até esta terça-feira. Ele é agente penitenciário e mora no Rio de Janeiro.

Fonte: G1 Santa Catarina
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